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O que muda no varejo com a reforma trabalhista?

Para o varejo, mudanças formalizam relações de trabalho que já existem e não pagam impostos, como os “bicos”

 

Chegou a data esperada por empresários e vista com receio por empregados: neste sábado entra em vigor a reforma trabalhista, que altera cerca de 100 pontos da Consolidação das Leis do Trabalho, a CLT, em busca de aumento de produtividade e empregos. Coube ao ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, fazer um pronunciamento em rede aberta de rádio e TV na noite de ontem para convencer os brasileiros que o governo tem um plano para alavancar o país.

A reforma tem inquestionável importância econômica, mas cumpriu um papel sobretudo político. Passado o escândalo da delação de executivos do grupo J&F, o enfraquecido governo do presidente Michel Temer buscava desesperadamente uma agenda positiva para chamar de sua. O alvo foi a reforma trabalhista, uma pauta defendida por empresários há muitos anos. Àquela altura, a arapuca montada por Joesley Batista, que gravou o presidente, ainda era viva no noticiário.

No dia 29 de junho, Temer enviou uma carta aos senadores, prometendo corrigir quaisquer distorções e polêmicas no texto da reforma trabalhista para que ela fosse aprovada pela Casa a toque de caixa. “Quero aqui reafirmar o compromisso de que os pontos tratados como necessários para os ajustes (…) serão assumidos pelo governo, se esta for a decisão final do Senado da República”. No dia 11 de julho, a reforma foi aprovada no Senado para, dois dias depois, ser sancionada pelo presidente.

Passados 120 dias da sanção presidencial, a reforma trabalhista entra em vigor neste sábado. Advogados trabalhistas, associações de classe e oposicionistas ao governo dizem que o texto em vigor é demasiadamente aberto e abrirá espaço para insegurança jurídica. Até porque até hoje não se sabe se o texto aprovado é de fato o que valerá na prática.

Na tarde de sexta-feira, o G1 publicou reportagem com alguns pontos que o governo pretende mexer via projeto de lei. A informação não foi confirmada à reportagem pela Casa Civil nem pelo Palácio do Planalto. O governo, segundo o G1, promete estabelecer o regime 12 por 36 horas apenas para o setor de saúde ou mediante a aprovação em convenção coletiva, que trabalhadores em regime intermitente que fixarem contratos de tempo indeterminado possam retirar 80% do FGTS e tenham carência de 18 meses para voltar a prestar serviço para a contratante e retira a possibilidade de fixar contratos de exclusividade com trabalhadores autônomos, o que criaria ajuste para a “pejotização”.

Ao deixar de cumprir o que prometeu, alterando o texto antes de a lei entrar em vigor, Temer deu um prato cheio à oposição. Com a hashtag #NósAvisamos, a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) fez uma contagem regressiva em suas redes sociais do primeiro ao 120º dia em que o peemedebista “enganou o Senado” e não apresentou as MPs. “A lei é abrangente nos artigos sobre gestantes e lactantes em local insalubre, deveria impor limites para o trabalho intermitente, para a jornada de trabalho de 12 por 36 horas, dar garantia à participação sindical nas negociações coletivas, desvincular o valor salarial para indenização por danos extrapatrimoniais”, diz Grazziotin a EXAME.

O fato é que as incertezas são tantas que os efeitos benéficos da lei para aumentar a produtividade das companhias devem ser postergados. As movimentações das empresas devem esperar as primeiras interpretações de juízes do trabalho. Apesar de inúmeros pontos benéficos para modernizar as relações trabalhistas no país, a nova lei entra em vigor sem cumprir o que prometia: acelerar com urgência as contratações no país. A segunda-feira deve ser como outra qualquer.

Geração de empregos

A crise econômica colocou o Brasil em uma das piores situações de desemprego da história recente. Desde que iniciou a escalada, em trimestres da pesquisa Pnad Contínua do IBGE, passou de 6,5% de outubro a dezembro de 2014 até o pico de 13,7% de janeiro a março deste ano. Dali, passou a diminuir lentamente, chegando ao terceiro trimestre deste ano em 12,4%.

Apesar da reação, as plataformas de emprego criadas são majoritariamente informais. “O desemprego cai à medida que aumenta a geração de vagas sem carteira ou por conta própria. Na outra ponta, o trabalho com carteira assinada está nos menores níveis da série histórica”, disse o coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo, em entrevista coletiva na divulgação dos resultados.

O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, do Ministério do Trabalho, é quem mede o crescimento de vagas formais. O balanço para setembro teve saldo positivo de 34.400 vagas criadas, sexto aumento consecutivo neste ano. Mesmo com melhora, os avanço são modestos e o acumulado em 12 meses está negativo em 466.000 cargos.

Segundo empresários, a modernização das regras da CLT criam um ambiente mais competitivo, com a diminuição dos pesados encargos trabalhistas, além de dar segurança jurídica ao empregador. A junção de fatores, junto com a retomada do consumo das famílias, geraria caixa para investir e contratar. “Vemos vários benefícios para o trabalhador. Pode fracionar férias e negociar condições de trabalho específicas. Pode combinar trabalhar de casa”, diz Sylvia Lorena, gerente executiva de Relações do Trabalho da Confederação Nacional da Indústria, em entrevista a EXAME. “A resistência acontece porque tudo que é novo mexe um pouco com os ânimos, mas uma leitura atenta da lei mostra que ela busca o diálogo, aproximar o trabalhador da empresa e buscar soluções de consenso. Cabe aos sindicatos lutar pelo interesse das categorias”.

O setor industrial e de varejo, diz a Pnad Contínua do IBGE, são dois dos setores que mais criaram empregos. Também dois dos quais mais empolgados com a entrada em vigor da reforma trabalhista, sob a égide de criação de novas vagas com a flexibilização das regras. A indústria de transformação gerou 25.700 novos postos de trabalho e o comércio, outros 15.000. EXAME entrou em contato com cinco empresas entre as com maior força de trabalho no setor – BRF, Chevrolet, Mercedes-Benz, Natura e Volkswagen – e nenhuma quis comentar o que mudará na cultura de contratação depois da reforma trabalhista.

Nas entidades que representam os setores, o clima é de animação. Para Antonio Megale, presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), o número de ações trabalhistas é um dos fatores que engessam as contratações em um momento que o mercado automotivo vai lentamente retomando vigor. Em coletiva na quinta-feira, a associação anunciou que a produção de veículos no Brasil, em outubro, subiu 42,2% em relação ao mesmo mês do ano passado. O número de vagas, contudo, cresceu apenas 2,5% e o nível de ociosidade das fábricas é de quase 50%.

“A reforma vai resolver problemas que, teoricamente tínhamos resolvido com os sindicatos na mesa de negociação, mas fomos punidos nos tribunais. Houve empresas processadas por retirar 15 minutos do almoço dos funcionários mesmo que o trato tenha sido feito na convenção”, diz a EXAME. “O nível de conversa entre empresas e sindicatos é de uma maturidade muito grande. Entre as partes conseguimos chegar ao que é de melhor para ambos”.

O sentimento é parecido nas empresas de varejo. “Encontramos demanda de trabalho intermitente também nos trabalhadores, ou por aqueles que precisam complementar a renda ou pelos que estudam e não podem cumprir o regime de 44 horas semanais. Tudo será pago com pisos de remuneração proporcionais”, diz Eduardo Terra, presidente da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo. “O bico existe há anos, não recolhe fundo de garantia e impostos. Agora, temos uma forma nova de formalizar esse trabalho”.

Nenhuma das empresas ou associações, contudo, consegue mensurar o número de vagas que serão criadas ou a possibilidade de investimento que a reforma trará no curto prazo. O motivo, novamente, é a desaparição do governo, pois a segurança jurídica que se promete poder ser revertida a qualquer tempo.

Insegurança jurídica?

Projetos de lei, como o que o governo pretende enviar para alterar a nova lei trabalhista, não têm um tempo mínimo ou máximo para serem aprovados. Mesmo que a expectativa do governo prospere, o país deve viver um limbo entre a entrada em vigor da reforma trabalhista e a chegada dos ajustes. Os senadores seguem em lobby para que as correções sejam feitas por medida provisória, que entram em vigor imediatamente. Nesse meio tempo, o ritmo de eficácia das novas medidas será ditada pela Justiça do Trabalho.

“A lei tem falhas técnicas que deixam mais dúvidas que certezas. Virou uma insegurança jurídica maior do que tentou sanar”, diz a EXAME a juíza do trabalho e presidente da Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 1ª Região, Cléa Couto. “Para estudar a lei, a associação fez uma jornada de interpretação para direcionar minimamente o entendimento do texto, mas os juízes são livres para interpretar, seguir ou não. Essa autonomia é uma garantia da categoria”.

Para a magistrada, a saída para reduzir a “judicialização” é o fortalecimento dos sindicatos para que o “acordado sobre legislado”, dispositivo em que o acordo coletivo sobrepõe o texto da lei faça esse equilíbrio. “Estavam confortáveis com o imposto sindical, mas agora são fundamentais”, diz. O pagamento obrigatório às centrais sindicais é mais um ponto que caiu na reforma trabalhista. Todo trabalhador registrado era obrigado a pagar um dia de trabalho aos representantes de classe.

“Há um receio geral de como as questões de dia a dia vão funcionar. As normas coletivas têm um leque aberto do que pode ou não ser tratado”, afirma Clarisse de Souza Rosales, especialista em Direito trabalhista e sócia do escritório Andrade Maia. “Ninguém pode ou vai agir em um campo nebuloso”.

A situação confusa causa preocupação. O Sindicato da Micro e Pequena Indústria encomendou uma pesquisa ao Datafolha para medir o grau de entendimento dos empresários do setor em relação às novas leis. O resultado é assustador: somente 16% das micro e pequenas indústrias conhecem a fundo as mudanças. “Na prática, os 120 dias [entre aprovação da lei e sua entrada em vigor] deveriam ter sido aproveitados. Quais serão as novas regras? O que o Judiciário vai fazer?”, diz Joseph Couri, presidente da entidade. “O incremento de empregos vai acontecer em menor velocidade por conta dessa incerteza”.

Fonte: Exame

A influência do primeiro emprego

96% dos participantes de uma pesquisa de Stanford atribuem a seus trabalhos iniciais o aprendizado de habilidades cruciais em sua carreira

 

Seu primeiro emprego importa mais do que os outros? Ele molda sua carreira de algum modo?

A resposta a ambas as questões é “sim”, ao menos segundo os participantes de uma pesquisa realizada pela Stanford Graduate School of Business sobre o primeiro emprego. Entre os respondentes – ex-alunos, alunos atuais e leitores da revista da escola –, 96% disseram que seu primeiro emprego – um “bico” ou para valer – lhes deu habilidades que influenciaram sua trajetória profissional.

Hoje CEO no mundo corporativo, Philip C. Kantz começou a trabalhar na marinha mercante norte-americana. “Acredito que administrar a ponte de um navio oito horas por dia me ajudou a desenvolver e a refinar habilidades de liderança; ganhei habilidades de gestão de equipes e de projetos”, diz ele.

Para o empreendedor serial Nuh Sedat Kurtaram, o trabalho de verão em um bar de hotel em Antalya, Turquia, sua primeira incursão profissional, o superexpôs a pessoas e culturas estrangeiras – e isso o auxilia toda vez que ele funda empresas.

Às vezes, o primeiro emprego é uma forma de descobrir do que você não gosta, relata Arturo Cazares, que, quando criança, mudou-se do
México para os Estados Unidos com os pais e, antes dos 16 anos, trabalhou na colheita em lavouras na Califórnia. “Com o serviço braçal, desenvolvi senso ético e disciplina fortes e também fiquei motivado a continuar os estudos.” Cazares graduou-se em Stanford em 1984 e concluiu o MBA em 1989. Ele já foi vice-presidente de várias empresas de tecnologia do Vale do Silício e atualmente é diretor de operações da CipherCloud.

Como os primeiros empregos terminaram? A maioria pediu demissão e partiu para trabalhos que não tinham relação com a primeira posição, mas 10% foram promovidos dentro da mesma organização. Onze por cento foram demitidos, e até a demissão no primeiro emprego pode fornecer lições de longo prazo. É o que ensina a história de Harold Eastman.

Ele ingressou no mundo do trabalho aos 13 anos, capinando o mato em uma creche em Renton, Washington, mas foi demitido depois de apenas um dia. “Aprendi a não ser desencorajado pelo fracasso e a continuar tentando.” Eastman concluiu o MBA em 1962, já dirigiu empresas de milhões de dólares de faturamento e hoje atua, em uma segunda carreira, como fotógrafo profissional.

Seu pai deu uma boa ajuda a sua autoestima, contudo: foi com ele questionar o chefe e descobriu a razão da demissão – ele era pequeno demais para aguentar carpir. “Isso foi reconfortante, porque entendi que eu não era um mau trabalhador.” Seu pai guardou a nota de US$ 5 ganha naquele dia e lhe deu na formatura do ensino médio. Ele ainda a tem.

Outro profissional demitido do primeiro emprego – pondo preços em latas de um supermercado na Carolina do Norte –, sem dar o nome, diz o que aprendeu: “Ser inteligente não significa que você consegue fazer um trabalho simples”.

Como conseguiram

Para conseguir o primeiro emprego, a pesquisa mostrou a importância do networking. Quase a metade dos participantes – 45% – soube do trabalho por meio de um amigo, parente, professor ou mentor, e apenas 15% responderam a um anúncio. Muitos entrevistados começaram a carreira no serviço militar. Um total de 61% permaneceu no trabalho mais de um ano, e 26% ficaram por um verão ou apenas alguns meses.

Relatos de primeiro emprego

John W. Boyd

Primeiro emprego: engenheiro aeronáutico no Ames Aeronautical Laboratory. “Fui promovido do túnel de vento menor e mais simples para o maior em 18 meses.”

Lição aprendida: “A de que você precisa confiar nas pessoas para ser bem-sucedido”.

Agora: “Ainda estou na mesma empresa”, diz Boyd, 70 anos mais tarde. Lenda no laboratório perto de Mountain View, Califórnia, que se tornou o Nasa Ames Research Center, ele fez carreira na pesquisa dos túneis de vento da Nasa e hoje é assistente especial do diretor. Publicou mais de 20 papers de pesquisa, e seus estudos envolvendo aerodinâmica foram fundamentais para o desenvolvimento das aeronaves supersônicas, como o F-102 e o B-58. Ele também ajudou no projeto das sondas espaciais.

Jim Griffith

Primeiro emprego: dirigir um trem subterrâneo a profundidades de 700 metros por 2,3 quilômetros para abastecer mineiros de prata na Hecla Mining, perto de Wallace, Idaho, nos anos 1970.

Lições aprendidas: “Todo mundo com quem trabalho pode me ensinar algo se estou disposto a ouvir. Os trabalhadores realmente sabem o que está acontecendo e desejam fazer um bom trabalho”.

Agora: “Queria sair de minha área e ir para o que acreditava ser um campo tecnológico crescente e mais estável, mas descobri que me sentia mais à vontade no chão de fábrica”. Depois da graduação, Griffith se mudou para Canton, Ohio, e foi trabalhar na fabricante de rolamentos e aços especiais Timken, começando na produção. Subiu até se tornar CEO, liderando uma transformação que colocou a empresa na lista Fortune 500. Deixou a empresa em 2014 e vive em Nashville, Tennessee, onde continua a trabalhar – para várias empresas.

Yan Gao

Primeiro emprego: assistente de marketing em eventos no hotel Hilton na China.

Lições aprendidas: como construir relacionamentos e como criar materiais de marketing.

Agora: trabalhou nos escritórios da Lancôme em Paris, voltou para a terra natal – a China – e hoje é gerente-geral de marcas da L’Oréal chinesa. Ela liderou equipes de vendas em mais de dez países asiáticos para várias marcas da L’Oréal, incluindo Giorgio Armani, Ralph Lauren e Shu Uemura.

Denis Lowry

Primeiro emprego: salva-vidas no Boiling Springs Country Club, em Lexington, Kentucky.

Lições aprendidas: descrições de cargos podem ser muito inadequadas – ele também tinha de drenar a piscina toda semana e esfregar os azulejos. “Faça o melhor que pode mesmo que o salário seja ruim. Encontre diversão no trabalho.”

Agora: Lowry trabalhou na IBM por três décadas e então se tornou planejador financeiro certificado. Está aposentado e vive na Flórida.

Andrew Rich

Primeiro emprego: gerente de unidade do NBC Studios, em Burbank, Califórnia. “Meu trabalho era fazer o orçamento e então administrar os gastos de produção dos programas de entretenimento exibidos na grade da NBC, como a novela Days of our lives e vários game shows.”

Lições aprendidas: “Produção de TV é um ambiente muito sindicalizado, o que foi bom para abrir os olhos de um recém-formado. Aprendi que nem todo mundo é movido pela eficiência e que as pessoas precisam de habilidades extraordinárias para serem eficientes em um ambiente assim”.

Agora: Rich trabalhou para a CBS na área musical e, mais tarde, cuidou da área de licenciamento da Sony, o que o levou a supervisionar o merchandising global da Copa da França em 1998. Isso o fez começar a própria empresa de serviços de merchandising, a ProMost, com colegas da Sony.

Danica  Jacinto

Primeiro emprego: analista de investimentos do banco Credit Suisse nas Filipinas e em Singapura.

Lições aprendidas: “Desenvolvi habilidades em modelos financeiros, negociações e gestão de projetos. Também tive sorte de ter, no primeiro emprego, mentores que me ajudaram a avançar na carreira”.

Agora: vive seu sabático, como aluna do MBA de Stanford em tempo integral.

Fonte: HSM Management

Saiba como usar o LinkedIn a seu favor

Descubra como usar o Linkedin, a rede social para trabalho, indo bem além do cadastro do seu currículo

Se você está trabalhando ou pretende começar a trabalhar em breve, é muito provável que você já tenha ouvido falar no LinkedIn — se é que já não tem uma conta por lá.

Lançado em 2003 na Califórnia (EUA), o LinkedIn é uma das redes sociais mais conhecidas e utilizadas por profissionais de várias partes do mundo. Ficando atrás somente de Estados Unidos e Índia, o Brasil é o país com mais usuários: são 20 milhões de perfis cadastrados.

Apesar da grande popularidade entre os brasileiros (que só aumentou desde que o site foi lançado em português em 2011), muitos ainda desconhecem a maioria das ferramentas que a plataforma oferece.

Diferente de outras redes sociais conhecidas, como o Facebook e o Twitter, o LinkedIn foi criado com o propósito de criar uma comunidade profissional. A intenção é que este seja um ambiente em que as pessoas possam ampliar seu networking e fazer contatos de negócio.

Para garantir maior visibilidade para o seu perfil – o que pode render muitas oportunidades profissionais – é importante ser um usuário ativo do LinkedIn. “É possível perceber que quanto mais interações você faz, mais retorno você acaba recebendo naturalmente”, explica Cristiano Santos, jornalista e especialista em social media.

Confira algumas dicas e ferramentas para tirar o máximo da sua conta no LinkedIn:

1) Mantenha seu perfil atualizado

Não, você não precisa ter uma mega experiência e lotar seu perfil de informações para que ele seja interessante. Mas é necessário que ele esteja sempre atualizado. Informações que devem ser priorizadas: (a) posição atual ou inspiração profissional, (b) resumo do que você faz ou já fez, (c) breve descrição de experiências anteriores, (d) formação acadêmica e cursos e (e) informações de contato.

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2) Escolha uma foto (apropriada) para seu perfil

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Saiba quanto os funcionários do Carrefour ganham em 13 cargos

67% dos funcionários recomendariam a empresa para um amigo

A rede de hipermercados francesa Carrefour é bastante popular no Brasil e tem em suas operações tupiniquins alguns dos melhores resultados do Grupo no Mundo.

Com relação à carreira, os números merecem atenção. De acordo com o portal Love Mondays, especializado em publicação de pesquisas salariais e reputação em recursos humanos das organizações, quando se trata de benefícios e remuneração, a nota atribuída pelos colaboradores ao Carrefour é 2,8 em um total de 5. Ainda assim, 67% dos funcionários recomendariam a empresa para um amigo.

O levantamento é feito de acordo com notas atribuídas por funcionários que trabalham na empresa em diversas regiões do país e que preencheram os dados no portal.

Veja, a seguir, os valores médios pagos aos principais cargos na companhia:

Operador de caixa: R$ 1.088,00

Patinador: R$ 1.072,00

Estagiário: R$ 1.117,00

Repositor: R$ 1.163,00

Frentista: R$ 1.184,00

Açougueiro: R$ 1.273,00

Técnico em manutenção: R$1.348,00

Assistente administrativo: R$ 1.492,00

Técnico em segurança do trabalho: R$ 2.020,00

Supervisor operacional: R$ 2.575,00

Especialista em treinamento e desenvolvimento: R$ 3.867,00

Trainee: R$ 4.780,00

Gestor de produto: R$ 5.733,00

Fonte: Infomoney

Vagas de emprego – Região do ABC e Diadema/SP

Confira as vagas abertas para trabalhar nas cidades de Santo André, São Bernardo, São Caetano e Diadema, Estado de São Paulo.

Clique no título da vaga para mais informações.

 

picto-infoLider De Caixa- Varejo em Santo André – SP
Nível hierarquico: Auxiliar/operacional
Empresa: Pernambucanas
Formação acadêmica: Ensino médio completo
Publicada em 05/01/2017
picto-infoOperador de Caixa – Santo André – 24h semanais
Nível hierarquico: Auxiliar/operacional
Empresa: Grupo Pão de Açúcar
Formação acadêmica: Ensino médio completo
Publicada em 05/01/2017

 

picto-infoOperador de Caixa – Diadema – 24h semanais
Nível hierarquico: Auxiliar/operacional
Empresa: Grupo Pão de Açúcar
Formação acadêmica: Ensino médio completo
Publicada em 05/01/2017
picto-infoOperador de Caixa – São Bernardo do Campo – 24h semanais
Nível hierarquico: Auxiliar/operacional
Empresa: Grupo Pão de Açúcar
Formação acadêmica: Ensino médio completo
Publicada em 05/01/2017

 

picto-infoRepositor – Região do ABC
Nível hierarquico: Auxiliar/operacional
Empresa: Grupo Pão de Açúcar
Formação acadêmica: Ensino fundamental completo
Publicada em 05/01/2017

 

picto-infoAtendente de Loja/Vendas – São Bernardo do Campo
Nível hierarquico: Auxiliar/operacional
Empresa: Lojas Marisa
Formação acadêmica: Ensino fundamental completo
Publicada em 05/01/2017

 

picto-infoAuxiliares de Loja Temporários: Vendas e Atendimento
Nível hierarquico: Auxiliar/operacional
Empresa: Riachuelo
Formação acadêmica: Ensino médio completo
Publicada em 05/01/2017

Vagas de emprego – São Paulo/SP

Confira as vagas abertas para trabalhar na cidade de São Paulo.

Clique no título da vaga para mais informações.

picto-infoSupervisor de Merchandising
Empresa: EBBA (Maguary & DaFruta)
Publicada em 05/01/2017.

picto-infoVendedor Varejo Alimentar SP
Nível hierarquico: Júnior/Trainee
Empresa: Granado/Phebo
Formação acadêmica: Superior Completo ou cursando.
Publicada em 05/01/2017.

picto-infoAssessor de Vendas
Nível hierarquico: Auxiliar/operacional
Empresa: Pernambucanas
Formação acadêmica: Ensino médio completo
Publicada em 05/01/2017

picto-infoAtendente Comercial Externo – Telefonia
Nível hierarquico: Auxiliar/operacional
Empresa: Fast Shop
Formação acadêmica: Ensino médio completo
Publicada em 05/01/2017

picto-infoAçougueiro
Nível hierarquico: Auxiliar/operacional
Empresa: Grupo Pão de Açúcar
Formação acadêmica: Ensino fundamental completo
Publicada em 05/01/2017

picto-infoRepositor – Região Sul
Nível hierarquico: Auxiliar/operacional
Empresa: Grupo Pão de Açúcar
Formação acadêmica: Ensino médio completo
Publicada em 05/01/2017

picto-infoFiscal de Loja/ Assistente de Prevenção de Perdas
Nível hierarquico: Auxiliar/operacional
Empresa: Lojas Marisa
Formação acadêmica: Ensino médio completo
Publicada em 05/01/2017

picto-infoPromotor de Vendas – Tecnologia/Linha Branca – São Paulo/Zona Sul (SP)
Nível hierarquico: Auxiliar/operacional
Empresa: Cuattro Trade Marketing
Formação acadêmica: Ensino médio completo
Publicada em 05/01/2017

picto-infoAuxiliares de Loja Temporários: Vendas e Atendimento
Nível hierarquico: Auxiliar/operacional
Empresa: Riachuelo
Formação acadêmica: Ensino médio completo
Publicada em 05/01/2017

picto-info

Vendedor Varejo
Nível hierarquico: Auxiliar/operacional
Empresa: Confidencial
Formação acadêmica: Superior cursando ou completo
Publicada em 05/01/2017

picto-infoAssistente Comercial
Nível hierarquico: Auxiliar/operacional
Empresa: Confidencial
Formação acadêmica: Ensino médio completo
Publicada em 05/01/2017

picto-infoBalconista – Drogaria
Nível hierarquico: Auxiliar/operacional
Empresa: Grupo Pão de Açúcar
Formação acadêmica: Ensino médio completo
Publicada em 05/01/2017

picto-infoSushiman – Zona Sul
Nível hierarquico: Auxiliar/operacional
Empresa: Grupo Pão de Açúcar
Formação acadêmica: Ensino médio completo
Publicada em 05/01/2017

picto-infoPeixeiro – Zona Norte
Nível hierarquico: Auxiliar/operacional
Empresa: Grupo Pão de Açúcar
Formação acadêmica: Ensino médio completo
Publicada em 05/01/2017

picto-infoGerente Lojas Varejo
Nível hierarquico: Gerência
Empresa: Confidencial
Formação acadêmica: Superior completo
Publicada em 05/01/2017

Tem alguma vaga aberta na sua empresa? Divulgue aqui! Envie os dados da oportunidade para contato@souevolus.com.br, informando nível hierarquico, empresa, região, formação acadêmica necessária e contato para envio de currículos.

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