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Como a Padaria pode mudar a forma como o cliente vê sua loja

imagem de pães

Mais que história e sabor, o pão e a padaria representam grandes oportunidades para o varejo. Em um supermercado, esse é o setor que oferece maior margem bruta (48%, segundo o 44º Ranking de Supermercados da revista Supermercado Moderno), o dobro de categorias tradicionais como mercearia de alto giro (24%) e bebidas não alcoólicas (23%). Além disso, é uma seção em que é possível criar diferenciais, já que são produtos fabricados na própria loja. Um aroma, um sabor ou um formato diferente podem ser suficientes para criar algo que seja visto pelo cliente como único e pelo qual valha a pena pagar um pouquinho mais. Na padaria, a capacitação das equipes e sua disposição para inovar fazem toda a diferença.

Se bem trabalhados, os produtos podem ter a força de uma grife, gerando no cliente a percepção de que aquela loja é especial

Padaria e confeitaria têm, em média, uma participação de 12% nas vendas totais dos pequenos e médios supermercados. Se bem trabalhados, os produtos podem ter a força de uma grife, gerando no cliente a percepção de que aquela loja é especial. Com isso, aumentam a possibilidade de venda de itens adicionais. Valorizar a padaria e a confeitaria é respeitar e surpreender o consumidor, despertando no PDV o sentido de qualidade, prazer e nutrição. Se o atendimento for de primeira, então, aumenta a chance de o consumidor fazer da sua loja um lugar que ele sempre irá visitar.

Os treinamentos para varejo são de extrema importância na operação de uma padaria.

Esse é um setor, porém, em que a capacitação das equipes é de extrema importância. Apresentação visual, qualidade no preparo, diferenciação do mix e capacitação das equipes fazem toda a diferença. Encarar a padaria como uma área estratégica da operação do varejo aumenta as vendas em todas as áreas da loja. Para isso, realize treinamentos e invista na capacitação do ponto de venda.

7 aspectos da operação da padaria para você ficar de olho!

Com uma importância tão grande nas vendas, nos resultados e na capacidade de levar público para outras áreas da loja, olhe a padaria como uma área estratégica. Para isso, é essencial realizar um trabalho constante de capacitação das equipes. Na gestão das operações desse setor, vale a pena ficar de olho nesses sete aspectos:

1 – Cuide do seu mix de produtos: o lucro da padaria vem do portfólio de itens produzidos. Se o pão francês é básico para trazer público, é nos produtos especiais que estará a margem e a possibilidade de diferenciação.

2 – Giro é fundamental: pães são produtos altamente perecíveis. Afinal, todo mundo prefere pão quentinho, recém-saído do forno. Por isso, é preciso trabalhar o giro dos produtos, identificando os melhores horários para a produção das fornadas.

3 – Novidades são essenciais: inove sempre. Traga novos produtos, experimente, teste. Comece pequeno, com pouca quantidade dos itens diferentes, e conforme eles passam a ser aceitos pelo cliente, aumente sua produção. As novidades são a melhor maneira de atrair o cliente para uma nova visita e aumentar as vendas.

4 – Vá além do pão: em uma padaria, 45% do faturamento decorrem da venda dos pães. Cerca de um quarto das vendas estão nos lanches, almoço e jantar. Esta é uma grande oportunidade de manter o cliente por mais tempo na loja e oferecer algo especial.

5 – Negócio de vizinhança: ninguém vai muito longe para comprar pão. Sua clientela está em seu bairro e, por isso, procure conhecer bem seus clientes. Treinamentos corporativos ensinam como interagir melhor com os clientes, conhecê-los pelo nome e fidelizá-los. Não é porque a padaria está dentro de um supermercado que o cliente não merece ser conhecido pelo nome.

6 – Reforce a história: se padaria é um negócio de vizinhança, que tal valorizar a história e a cultura do bairro para posicionar seu estabelecimento como único? Que tal criar, dentro da loja, uma comunicação visual temática?

7 – Invista em sua equipe: grandes padarias recebem mais de 4.000 clientes por dia. Supermercados que desejam atrair esse público precisam, assim, capacitar suas equipes para atender esse público, que busca conveniência, sabor e bom atendimento.

A Évolus Educação Digital lançou o curso “Básico de Padaria no Varejo” para aumentar a capacitação dos profissionais do setor e os resultados das empresas. Veja o vídeo teaser do curso!

Em todo o mundo, as áreas de alimentos vêm se tornando mais importantes para os supermercados, pois é nessas categorias em que é possível ser diferente e aumentar as margens. A padaria faz parte do dia a dia do brasileiro e precisa ser vista como uma área estratégica para aumentar as vendas e os resultados da loja.

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Lasanha Perdigão volta ao mercado; entenda regra que suspendeu a marca

Cinco anos após sair do mercado, lasanha congelada retornou às gôndolas dos supermercados nesta semana

O produto é o último de um total de 14 itens da marca que tiveram a venda suspensa temporariamente em 2012 por causa da fusão entre a Perdigão e a Sadia. Em 2015, voltaram a ser vendidos os presuntos, linguiças, carne suína e produtos natalinos. No ano seguinte, foi a vez de os salames retornarem ao mercado.

A lasanha vem nos sabores bolonhesa, calabresa e frango com bacon, este último a novidade da marca para tentar reconquistar o público. A empresa não informou o preço de venda para o consumidor.

“É um momento muito simbólico, pois, com o retorno da lasanha, voltamos a atuar em todas as categorias mais relevantes do mercado”, afirma a diretora de marcas da BRF, Cecilia Mondino.

Por que a lasanha teve de sair do mercado?

A retirada da lasanha e dos demais produtos do mercado foi uma das condições impostas pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) para aprovar a fusão entre Sadia e Perdigão, o que criou a BRF, uma gigante no setor de alimentos.

Também foi acordado que a marca Batavo, que à época da fusão pertencia à Perdigão, só poderia atuar no mercado lácteo, sendo proibida de vender carnes e derivados. Em setembro de 2014, a Batavo foi vendida para o grupo Francês Lactalis.

Essas medidas foram adotadas para evitar que a BRF passasse a ter um domínio excessivo sobre a concorrência. “No segmento de congelados, que inclui a lasanha, a empresa passaria a ter mais de 70% de participação. Por isso o Cade determinou a suspensão do produto”, afirma o coordenador do centro de estudos em negócios do Insper, Paulo Furquim de Azevedo.

Segundo o especialista, a saída temporária de um produto permite que os concorrentes cresçam e ocupem o espaço deixado, gerando uma melhor distribuição do mercado. “Quando o produto suspenso volta, a concorrência já está consolidada e mercado funciona em condições de igualdade”, diz.

Retirar um produto do mercado, porém, é uma medida rara, de acordo com Azevedo. O mais comum é o Cade determinar que as empresas vendam participação em outras marcas, fábricas e negócios para que a fusão ou a compra do concorrente seja aprovada.

Na época da fusão, a BRF foi obrigada a vender 12 marcas de seu portfólio, entre elas Rezende, Wilson, Escolha Saudável, Delicata e Doriana.

Mas por que não foi lançada outra lasanha nesse período?

Outra condição do Cade para aprovar a fusão era que a BRF não poderia ter uma nova marca de lasanha pelo prazo de cinco (enquanto durasse a suspensão). Essa foi uma medida adotada para evitar que a nova marca ocupasse o espaço deixado pelo produto suspenso, o que acabaria enfraquecendo a concorrência.

Foi o que aconteceu com a Kolynos, que foi substituída pela Sorriso e nunca mais voltou ao mercado (leia mais abaixo). “Durante a análise da fusão, o Cade citou o caso da Kolynos para impor a proibição a novas marcas para os produtos suspensos”, diz Azevedo.

E se a empresa descumprir a decisão?

Caso a empresa se recuse a cumprir as determinações do Cade, automaticamente a operação, seja ela de fusão ou de compra do concorrente, é negada. Se a empresa concordar com as determinações, mas descumpri-las no futuro, ela estará sujeita a multas.

Além disso, o descumprimento das determinações pode levar à anulação da fusão ou da compra do concorrente. “Dificilmente uma empresa descumpre o que o Cade diz, mas elas podem entrar na Justiça para tentar reverter a decisão”, afirma Azevedo. “Ainda assim, na maioria das vezes, a determinação do Cade é mantida no Judiciário.”

Relembre outros casos

 

Colgate compra Kolynos

Em 1996, a Kolynos do Brasil foi comprada pela Colgate-Palmolive por US$ 780 milhões. Uma das exigências do Cade para aprovar o negócio foi que a marca Kolynos ficasse fora do mercado por um período de quatro anos. Em substituição, foi lançada a marca Sorriso. Mesmo após o período de “castigo”, a Kolynos nunca voltou ao mercado devido à consolidação da Sorriso como uma das marcas mais vendidas.

Fusão entre Antarctica e Brahma

A união entre as cervejarias Antarctica e Brahma criou a gigante Ambev, em 1999. Para que a fusão fosse aprovada pelo Cade, a marca Bavaria, que pertencia à Antarctica, teve de ser vendida, assim como cinco fábricas do grupo. A compradora foi a cervejaria canadense Molson, que posteriormente também comprou a Kaiser. Hoje, as duas marcas pertencem à Heineken.

Kroton tenta comprar Estácio

A rede de ensino superior Kroton chegou a anunciar a compra da concorrente Estácio em 2016. No entanto, no final de junho deste ano, a operação foi rejeitada pelo Cade, e as duas empresas não puderam concluir o negócio. A relatora do caso, conselheira Cristiane Alkmin, sugeriu que a Kroton vendesse a marca Anhanguera, que tem cerca de 258 mil alunos, para que o negócio fosse aprovado. Os demais conselheiros, no entanto, entenderam que a operação poderia prejudicar a concorrência e votaram contra.

Fonte: UOL Economia

Lojas Americanas lança marca própria de eletrônicos

A TMV chega ao mercado com cerca de 13 produtos, como fones de ouvido e controle para games

A Lojas Americanas está lançando uma marca própria de artigos eletrônicos e de tecnologia, a TMV. A marca chega ao mercado com opções de fones de ouvido e controle para games. Ao todo, serão 13 produtos da marca lançados nos próximos meses. Os produtos TMV estão disponíveis em todas as lojas do país e propõem trazer preços acessíveis.

No primeiro trimestre, a Lojas Americanas lançou diversos produtos de marcas próprias, principalmente durante o volta às aulas, Carnaval e Páscoa, com destaque para as marcas D´elicce, Brink+, Scholl Basic, Office Basic e Basic+.

A loja possui 16 marcas próprias que oferecem cerca de 8 mil produtos, distribuídos em categorias como higiene e beleza, vestuário, bomboniere, utilidades domésticas, cama, mesa e banho, papelaria, brinquedos e eventos.

Fonte: Meio&Mensagem

Sadia resgata propagandas históricas em novo comercial

Empresa pretende atingir a memória afetiva do consumidor ao relembrar personagens icônicos

Em nova campanha publicitária, a Sadia resgata a memória afetiva do consumidor por meio de imagens de antigas campanhas publicitárias da marca. Sem nenhuma nova cena captada, o filme traz, em 60 segundos, comercias históricos da marca, com mais de 20 cenas, veiculadas de 1969 até 2016. A F/Nazca Saatchi & Saatchi assina a criação da campanha.

Personagens icônicos como a senhora que dizia “Nem a pau, Juvenal”, as crianças que cantavam “Peru de Natal”, o garoto do teste cego que identificava o presunto Sadia e outro que fazia um “S” com a salsicha após espetá-la são estão presentes no filme que entrou no ar em rede nacional na última sexta-feira, 23.

Com direção de arte que remete a visuais antigos, a mídia impressa também reconstrói a evolução dos anúncios da marca. Sequenciais de cinco páginas estamparão revistas e jornais em todo o País, com imagens desde os tempos da vovó até hoje, e trarão mensagens que reproduzem alguns dos principais atributos da marca: carinho, confiança e qualidade. A primeira peça é apresentada com um visual de propaganda dos anos 50, enquanto a última traz uma campanha atual, que retrata um importante movimento da Sadia, que recentemente reduziu 30% de sódio em mais de 40 alimentos de seu portfólio.

Por fim, no ambiente digital, a campanha convidará as pessoas a contarem histórias vividas com a Sadia. As interações vão acontecer nas redes sociais da marca ou no hotsite da campanha.

Assista ao vídeo!

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=d3Foqogdpq4&w=560&h=315]

Fonte: Portal MakingOf

Qualidade é o critério que mais cresce na escolha do consumidor

Pesquisa da Fecomercio RJ também aponta que a internet avança como fonte de informação

O preço é fator preponderante para a decisão de consumo, embora tenha perdido dois pontos percentuais em 2017 na comparação com o ano anterior, passando de 86% para 84%. Na hora da compra, o critério qualidade cresceu em importância e avançou 6 pontos percentuais no mesmo período de comparação. É o que revela pesquisa nacional da Fecomércio RJ (Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro), em parceria com o Instituto Ipsos, realizada entre os dias 5 a 18 de janeiro de 2017.

Quando analisado de acordo com as classes sociais, há uma inversão nos critérios considerados prioritários para as compras. Na classe AB, o fator qualidade chega ao topo do ranking, com 80% das citações, ante 77% de menções ao preço. Já na classe C, 85% dos consumidores apontam o preço como preponderante e 76%, a qualidade. Entre os brasileiros da DE, o quesito preço atinge 91% das menções, ante 64% da qualidade. De uma forma geral, a pesquisa coloca o fator marca na terceira colocação, com 20% das menções, à frente do conforto, fator citado por 10% dos entrevistados.

Em relação à prioridade de consumo no ano, reforma da casa (25%) segue no topo – já ocupava essa posição no ano passado -, acompanhada por aquisição de imóvel (14%) e compra de eletrodomésticos (12%). No ano anterior, essas também estavam entre as prioridades de consumo, porém em outra ordem: reforma da casa (21%), aquisição de carro (12%) e de imóvel (10%). Artigos de vestuário foram citados por 11% como prioridade de consumo em 2016, parcela que passou a 8% neste ano. A opção reforma da casa, em 2017, é a mais mencionada por todas as classes, porém com mais intensidade na DE (29%).

Internet como fonte
A televisão segue como o meio de comunicação pelo qual o brasileiro mais percebe ofertas e promoções, segundo 42% dos consumidores, porém, com uma queda de 8 pontos percentuais na comparação com 2016. A segunda colocação ficou para carro de som, com 23% das menções.

A pesquisa tem mostrado o crescimento do meio internet na publicidade: o percentual de consumidores que considera essa a melhor forma de se informar sobre promoções chegou a 9%. Em 2010, era mencionado por somente 1% dos entrevistados.

A pesquisa foi realizada entre os dias 5 e 18 de janeiro, com amostra de 1.200 entrevistados no Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Porto Alegre, Belo Horizonte, Florianópolis, Salvador, Recife e em mais 64 cidades brasileiras.

Fonte: SM – Supermercado Moderno

É assim que se responde ao ‘estou só olhando’ de um cliente

Saiba como reverter o jogo a seu favor e adote novas táticas para conquistar este cliente

Esteja você no papel de consumidor ou de vendedor, com certeza já foi um dos atores desta cena: após o funcionário perguntar se o cliente precisa de alguma ajuda, este diz: “Obrigado, mas estou só olhando”.

Na grande maioria das vezes, o consumidor observa mais alguns produtos e sai da loja de mãos vazias. Mais uma venda foi perdida.

Por que isso acontece com tanta frequência? Muitas vezes, é porque o estabelecimento ou o profissional de vendas adotam um comportamento que vai contra o processo de decisão do cliente – e isso pode afetar suas compras posteriores.

“Todos nós já tivemos a experiência de fazer uma compra baseada na conversa do vendedor e se decepcionar depois. O consumidor grava isso na cabeça e vê o vendedor como alguém que prejudicou o processo de decisão dele. Por isso, ele vê este vendedor como alguém que quer tirar o aspecto racional da sua decisão, fomentando uma aquisição impulsiva”, explica Priscilla Medeiros, professora do mestrado em Administração do Ibmec/RJ.

Não trabalhar a habilidade em negociar no ponto de venda pode ter consequências maiores do que você imagina. “Se você não trabalha esse primeiro passo com seus vendedores, você não perde apenas o cliente. Perde todo o investimento feito para atraí-lo até seu ponto de venda”, explica o consultor de marketing José Carmo de Oliveira, do Sebrae/SP.

Antes de se desesperar, é importante analisar qual o perfil do seu negócio também. “O atendimento varia de acordo com o modelo de negócio. Há uma diferença de abordagem em lojas de autosserviço e em lojas que trabalham com produtos customizados, por exemplo”, explica Carlos Cruz, diretor do IBVendas. “Se seu negócio se enquadra na segunda categoria, pode ser que o profissional de vendas não tenha criado credibilidade o suficiente na visão do consumidor.”

Isso já aconteceu na sua empresa? Então, como reverter o jogo a seu favor e conquistar o cliente? Veja, a seguir, algumas táticas para que o cliente não diga mais “estou só olhando” no seu negócio:

1. “Fique à vontade. Qualquer coisa, estou à disposição!”

Como você reagiria se, segundos após colocar o pé dentro de uma loja, um vendedor viesse em sua direção e perguntasse se você precisa de algo?

Segundo Oliveira, os consumidores que ainda estão indecisos em sua compra veem essa atitude como algo agressivo – e tendem a sair da loja de mãos abanando, como vimos no começo desta reportagem.

“Quando o cliente rejeita a ajuda do vendedor, geralmente é porque esse funcionário não foi treinado adequadamente para observar o perfil do consumidor e executar os passos certos da venda”, afirma o consultor do Sebrae/SP.

O vendedor ideal deveria, neste caso, apresentar-se, falar para o cliente ficar à vontade e se dispor a esclarecer futuras dúvidas.

“Esta é uma abordagem mais aberta do que simplesmente perguntar ‘posso ajudar?’, porque permite uma reação do consumidor que vai além do ‘sim’ ou do ‘não’. Pode ser que ele dê mais informações”, diz Cruz.

Lembre-se: cumpra o que disse e se mantenha suficientemente afastado para que o cliente possa se concentrar. “Se você ficar como um carrapato, ele ficará ainda mais incomodado com sua abordagem”, explica o diretor do IBVendas.

2. “O que esse produto realmente tem de diferente…”

Novamente, é preciso que o vendedor ideal foque nos detalhes. Caso seu cliente pareça certo do que procura, diferente do primeiro caso, é possível já pular para o segundo passo certo da venda: a apresentação do seu produto ou serviço.

“O vendedor pode falar mais sobre o que vende: dizer que é um lançamento e elencar benefícios, por exemplo”, exemplifica Oliveira. “Você também pode sugerir uma novidade da loja como um gancho de conversa: por exemplo, falar que alguns produtos estão com desconto maior”, completa Cruz.

Antes disso, porém, pense um pouco em sua própria experiência de vida: você já adquiriu um produto por conta do discurso inflado de um vendedor? Provavelmente, você ficou irritado e nunca mais voltou àquela loja. É por isso que o profissional de vendas precisa, antes de tudo, saber pensar menos nele e mais no cliente.

“Quando o consumidor está olhando o que sua loja oferece, ele está pensando como o seu produto ou serviço irá resolver as necessidades dele. Descobrir quais são os problemas a resolver é o ponto principal do trabalho do vendedor”, explica Cruz.

Nessa hora, é preciso ser honesto com o consumidor e analisar se o oferecido se encaixa ou não no que ele deseja. “O vendedor deve pressionar menos e focar em fazer com que o consumidor o encare como uma fonte crível de informação”, explica Medeiros, do Ibmec/RJ. “Mentindo, você ganha uma venda agora. Porém, você acaba perdendo um consumidor recorrente no futuro.”

3. “Não temos exatamente o que você procura, mas…”

Você já foi honesto sobre os diferenciais do seu produto e aquilo não era muito bem o que o consumidor estava realmente procurando. Mesmo assim, ainda é possível virar o jogo a seu favor e não deixá-lo “apenas olhando” os produtos e serviços da sua loja.

Uma alternativa é, por exemplo, sugerir itens relacionados com os interesses e necessidades do seu cliente. Lembre-se: não é mentir, e sim conectar aquilo que o consumidor realmente quer com a qualidade percebida do seu produto ou serviço.

Por exemplo: se ele quer uma roupa sofisticada, por que não oferecer alguma modelagem que não é exatamente do jeito que ele procurava, mas que também está de acordo com a necessidade de ser sofisticado? Ou, então, uma peça que possa complementar o visual que ele tem em mente?

“Não é incomum ir até a loja pensando em algo e sair com outra compra apenas pelo bom relacionamento com o vendedor”, diz Medeiros.

E se não houver venda mesmo assim? Ofereça ligar para o consumidor quando um produto mais adequado chegar à sua loja. Além disso, deixe seu cartão e diga que está disponível para novas consultas.

“Tente criar um relacionamento com esse potencial cliente. É muito menos empurrar informações e mais se tornar interessante para que o consumidor venha até você. Isso é uma arte, que vem de muito treinamento”, conclui a docente do Ibmec/RJ.

Fonte: Huffington Post Brasil

Casas Bahia e Pontofrio aceitarão celular e tablets usados na compra de novos

Clientes terão seus aparelhos avaliados e o valor será revertido em desconto para compra de um novo

As lojas físicas da Casas Bahia e do Pontofrio lançaram uma operação que permite a clientes entregarem celulares e tablets usados em qualquer estado para adquirirem novos produtos da mesma categoria com desconto no valor final. A novidade também está disponível no site da Casas Bahia (www.casasbahia.com.br/recompra) e se chamará “Casas Bahia Recompra”.

Para que a transação aconteça, os clientes devem ficar atentos a apenas algumas regras: smartphones e tablets associados à perda e roubo, que não liguem/ativem ou que possuam mecanismo de localização e bloqueio de senha ativos não serão aprovados. Além disso, a negociação é válida apenas para aparelhos adquiridos no Brasil. Com exceção desses pontos, a rede avaliará todos os equipamentos trazidos, inclusive com telas riscadas ou quebradas.

No site da Casas Bahia, também serão aceitos os mesmos itens usados e o pagamento será feito em cartão presente, podendo ser utilizado em ofertas de todos os departamentos do e-commerce. Já nas lojas físicas, a análise é feita pelo vendedor a partir da inclusão dos dados do item em um sistema que indica o valor a ser oferecido pelo aparelho usado. Se o cliente estiver de acordo com a proposta o crédito estará disponível instantaneamente para compra de um novo aparelho.

Toda a ação é feita em parceria com a Brightstar, líder no setor de recompra de celulares. “Com este acordo, nós reforçamos o compromisso com o varejo e com o consumidor final ao disponibilizar os smartphones mais recentes e potentes do mercado para quem quer ter o melhor da tecnologia em suas mãos, levando o serviço ao elevado contingente de lojas da Casas Bahia e do Pontofrio”, observa José Froes, presidente da Brightstar.

Confira abaixo as mecânicas de cada canal:

Lojas físicas

No primeiro momento o serviço estará disponível em lojas selecionadas da Casas Bahia e do Pontofrio e, até o fim de março, chegará aos mais de 970 pontos físicos das duas marcas.

Ao chegar a uma das lojas, os clientes devem procurar os vendedores do setor de mobile para entregar o celular ou o tablet usado, o qual passará na mesma hora por análise que leva em consideração o modelo do aparelho e se ele está funcionando normalmente. Equipamentos com tela riscada ou quebrada também são admitidos na negociação.

Após a definição do valor do produto, o consumidor receberá o termo de transferência de propriedade para comprovar a operação comercial. Ao assinar o acordo, será emitido um vale compra com data de validade para o mesmo dia e que deverá ser utilizado apenas na aquisição de um novo dispositivo da mesma categoria do entregue.

E-commerce

Os internautas poderão acessar o serviço pelo hotsite www.casasbahia.com.br/recompra. A avaliação do produto é feita online de acordo com as características informadas pelo cliente, como: modelo, capacidade e condições de uso dos aparelhos (estado da tela, da carcaça, dos botões e do lcd/touchscreen). Realizada a análise, é gerada uma proposta e, em caso de concordância com o valor apresentado, o cliente pode se cadastrar no hotsite e preencher as informações para contato.

Em seguida, serão encaminhadas instruções por e-mail para o envio da mercadoria. O frete e a embalagem para postagem são gratuitos, e devem ser feitos apenas em agências próprias dos Correios. Se ao receber o produto e a avaliação estiver de acordo com as descrições informadas pelo cliente, será enviado um novo e-mail com o código do cartão presente para ser usado na loja virtual da rede. Entretanto, na possibilidade de divergência na avaliação, o usuário será contatado por e-mail com uma nova proposta para escolher se deseja aceitar ou solicitar a devolução do equipamento sem nenhum custo.

Fonte: Imprensa Via Varejo

Confira 6 formas de acelerar as vendas de peixes congelados

Veja como vender mais esses produtos, que, na maioria das vezes, oferecem boa margem de lucro.

O consumo de peixes cresce no Brasil, impulsionado pela maior procura por alimentos saudáveis. Na esteira dessa expansão, ganham espaço no mercado as versões congeladas. Veja como vender mais esses produtos, que, na maioria das vezes, oferecem boa margem de lucro. As dicas são da fornecedora Rio Marc:

1. A fabricante recomenda segmentar o mix em três tipos de produtos: os de giro rápido (merluza, cação, tilápia, polaca, panga e sardinha); os de giro específico (abadejo, linguado, camarão); e as novidades.

2. O ideal é optar por expositores fechados. Segundo a Rio Marc, há opções no mercado que não embaçam os vidros das portas, favorecendo a compra e conservando melhor os peixes congelados.

3. Inclua esses peixes nos tabloides semanais de ofertas.

4. É possível trabalhar com margens competitivas na categoria sem prejudicar os ganhos finais.

5. Se for possível, crie o “Dia do Peixe” dentro da semana, como acontece com os hortifrútis ou as carnes. A ideia é oferecer promoções agressivas nesse dia.

6. Realizar degustações e distribuir receitas fáceis com pescados também ajudam a impulsionar as vendas.

Fonte: SM – Supermercado Moderno

Via Varejo lança serviço para habilitação de linhas de celular

A habilitação de linhas de celulares será feita em poucos minutos diretamente nas lojas Casas Bahia e Pontofrio.

A Via Varejo, responsável pela administração das Casas Bahia e Pontofrio, acaba de lançar um serviço para habilitação de linha de celular diretamente nas lojas. Antes, o processo de habilitação durava cerca de 20 minutos nas lojas varejistas e, agora, não leva mais que dois minutos.

Na prática, a novidade permitirá aos clientes que adquirirem um celular em qualquer loja do Grupo ativar o aparelho no próprio local, escolhendo a operadora e o plano mais adequado ao seu gasto e perfil de usuário, de maneira muito mais rápida e conveniente.

A princípio, o serviço é válido para habilitação de serviços da operadora Vivo em 50 lojas Casas Bahia e Pontofrio em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, mas estará disponível em todas as 970 lojas das duas redes em breve a partir de fevereiro de 2017.

Com esta ação, a Via Varejo pretende melhor atender a crescente demanda por planos de telefonia, ao mesmo tempo em que oferece uma solução completa a um cliente cada vez mais exigente e em busca de praticidade.