Tommy Hilfiger mostra o valor de ter a inovação no DNA

Na NRF Big Show, Tommy Hilfiger revela como ouvir o cliente tem feito a marca se renovar constantemente e se manter relevante

 

Ao ultrapassar os 40 anos no mercado, a marca de moda Tommy Hilfiger continua tão atual quanto era em seu nascimento. Ao longo do tempo, a empresa soube mudar seu posicionamento e deixar de ser uma empresa de vestuário, ampliando seus horizontes para a sigla FAME (“fama”, em inglês): fashion, arte, música e entretenimento. “Você precisa evoluir sua marca sem perder sua base de clientes e isso é um grande desafio”, afirmou Tommy Hilfiger, o fundador da marca, durante a NRF Big Show, na semana passada em Nova York. Para conseguir fazer isso, e de forma consistente ao longo de décadas, o segredo é tão simples que não deveria ser novidade para ninguém: ouça o cliente. “Este é o caminho: esteja próximo do consumidor para antecipar as tendências”, comentou.

Esse não é, porém, um caminho sem riscos. Muito pelo contrário. Para continuar a ser interessante e instigante, a Tommy Hilfiger tem que usar e abusar da criatividade, o que implicar ousar e errar. “Corremos riscos, mas sem risco não há recompensa”, disse. “Para anteciparmos o que os clientes querem e nos mantermos à frente dos concorrentes, precisamos assumir riscos. Correr atrás da concorrência nunca foi uma opção para nós”, afirmou o empresário.

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Cris Lacerda

Sócia da Évolus Educação Digital, startup especializada em capacitação online para profissionais de varejo de um jeito prático, atual e acessível. Sócia da Évolus Educação Digital, startup especializada em capacitação online para profissionais de varejo de um jeito prático, atual e acessível.