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6 insights para o varejo (diretamente da NRF 2019)

Eduardo Terra e Alberto Serrentino resumem em 6 tópicos as principais tendências apresentadas na NRF Big Show desse ano

Mais uma vez, a maior feira de varejo do mundo, a NRF Big Show, trouxe as tendências tecnológicas e de negócios que ditam o rumo desse segmento tão dinâmico. Ou seja, quem trabalha com varejo, anseia pelas novidades que esse evento de relevância mundial apresenta todos os anos.

E quem não pode ir até Nova York para ver tudo de perto, procurou se atualizar em eventos como o Pós-NRF promovido pela BTR-Varese, que aconteceu em São Paulo e reuniu cerca de 800 pessoas.

Andrea Dietrich, sócia da Évolus e profissional de marketing, ficou animada com o foco em produtividade e pessoas que a feira trouxe nessa edição: “pelo resumo que vimos aqui, a NRF abordou a tecnologia que traz mais eficiência e resultados. Uma tecnologia menos pirotécnica, muitas vezes invisível, que integra dados, que agiliza processos, traz ganho de escala e que acaba promovendo uma experiência superior ao cliente. Também vimos a importância crescente do empoderamento dos colaboradores. Eles, que cada vez mais são responsáveis pelo encantamento do cliente, pela personalização do atendimento, precisam ser capacitados, treinados e estimulados a serem experts da marca”.

6 caminhos para a evolução do varejo

O conteúdo do evento Pós-NRF foi dividido em 6 grandes insights passados ao público por Eduardo Terra (sócio da Évolus, sócio-diretor da BTR e presidente da SBVC) e Alberto Serrentino (fundador da Varese Retail). Em comum, os temas tratam de atalhos para a transformação digital, movimento inevitável para o varejo. Vamos conhecer?

1) Mudanças exponenciais (“retail leapfrog”)

É sabido que as coisas estão mudando muito rapidamente. No varejo não é diferente. E até pelo dinamismo desse segmento, a velocidade da mudança é ainda mais assustadora. Esses “saltos” trazem disrupção, ou seja, viram mercados pelo avesso, muitas vezes tornando-os obsoletos. Eduardo Terra cita como exemplo o que vem acontecendo com livrarias e eletrodomésticos. A China, ele conta, tem sido sinônimo de “retail leapfrog”, com grandes saltos em tudo o que envolve o varejo, das lojas até os meios de pagamento. Como acompanhar o ritmo das mudanças e não ser pego pelas novidades que surgem? “O remédio é a velocidade”, diz Terra. Ele também dá outras duas dicas: manter o olhar periférico, ou seja, ficar atento às pequenas ameaças (que podem se tornar grandes rapidamente), e pensar em parcerias, fortalecendo o negócio de forma colaborativa.


2) Deep Retail – uma nova abordagem para tecnologia e dados

Será que seu varejo é inteligente? Eduardo Terra faz a provocação, explicando que varejo inteligente é aquele que, mais do que coletar dados, trabalha de forma eficiente com eles. É o Deep Retail, um varejo mais técnico, científico até, menos intuitivo e totalmente baseado em dados. Eduardo cita como exemplo o AliBaba, o gigante chinês que traça toda a sua estratégia de expansão em cima de dados. Ou a loja da Amazon 4Star, que reúne apenas produtos bem avaliados por seus clientes daquela região específica. A frase estampada na sede do Google resume bem: “Data beats opinion” (reforçando a importância maior dos dados frente às opiniões).

3) Excelência operacional no varejo (ROE – Retail Operational Excellence)


Eduardo Terra lembra que o maior erro de uma agenda de transformação digital é não priorizar a produtividade. Eficiência operacional traz resultados, é ela quem engorda o caixa da empresa e patrocina sua expansão e inovação.  A NRF desse ano mostrou a tecnologia trabalhando pela eficiência, otimizando processos, reduzindo custos e, é claro, melhorando a experiência do consumidor. “É a tecnologia invisível, mas que transforma o negócio e dá resultado. Por isso a excelência operacional é um ponto chave em qualquer transformação digital”, reforça Terra. Como exemplo, foram apresentadas soluções de logística, Centros de Distribuição inteligentes, meios de pagamento inovadores e outros cases.

4) Varejo centrado no cliente (Customer Centric)

Alberto Serrentino trouxe esse tópico, reforçando que ele se trata cada vez mais de uma experiência personalizada. E como fazer isso? De novo estamos falando de coletar e trabalhar dados com eficiência e relevância para entender a jornada do consumidor. Ou seja, pra saber exatamente como ele se comporta antes, durante e depois do contato com a marca. Com essas informações, as verdadeiras “Customer Centric Organizations” decidem sua estratégia. Uma estratégia baseada na jornada do cliente, com experiências únicas para o público.

5) New Retail (O Novo Varejo – loja e ecossistemas)


Com alguns cases da China, Serrentino falou sobre a nova forma de organizar lojas e repensar ecossistemas. E tudo, sempre, embasado na captura e leitura correta dos dados que a empresa dispõe. Dessa forma, o Novo Varejo é fácil, conveniente, tem baixíssimo atrito e oferece uma experiência superior ao cliente. A loja física não morre, ela se reinventa, como é o caso da loja da Nike em Nova York que reúne várias propostas no mesmo local. No subsolo, só produtos que fazem sucesso com os moradores dos arredores. Nos outros andares, tecnologia levando conveniência, praticidade, encantando e elevando a experiência do consumidor.

6) Cultura, posição e transformação (Trusty Leadership)

Segundo Alberto Serrentino, vários painéis da NRF focaram na importância do fortalecimento da cultura, na liderança com propósito e no empoderamento dos colaboradores como pontos fundamentais para o sucesso da organização. Só as empresas com valores claros e com pessoas preparadas e engajadas na sua cultura conseguem passar credibilidade nos dias de hoje – em um mundo onde as marcas estão expostas e os consumidores exigem cada vez mais. Não existe mais espaço para empresa “em cima do muro”: é preciso escolher suas posições, de forma transparente e autêntica, inclusive (e especialmente) em questões polêmicas. Os clientes se aproximam de marcas que se posicionam. E os valores da empresa devem estar arraigados nos colaboradores, o que só acontece com um trabalho diferenciado de capacitação. Nesse ponto, vale destacar a importância de se ter colaboradores preparados, treinados, para, de fato, contribuir na decisão de compra do cliente. Ou seja, experts da marca.

Caminhos para a transformação digital

Tudo o que se viu no evento pós-NRF 2019 diz respeito à jornada da transformação digital. Com exemplos vindos da China, especialmente, e de grandes players como Amazon, Nike e outros, temos a inovação transformando o negócio, trazendo eficiência, resultados e experiências superiores para o cliente. Mais do que fazer vista aos olhos, a tecnologia apareceu como base para a construção de empresas varejistas fortes, ágeis, que dão grandes saltos e redefinem mercados inteiros.

Evento pós-NRF 2019 apresenta os principais insights para o varejo

Se você quiser saber “Como implementar uma cultura digital no seu negócio”, não pode perder o curso online de Eduardo Terra na Évolus. Faça já a sua matrícula.

Por que o ensino a distância é o futuro da educação corporativa?

O ensino a distância (EAD) vem ganhando espaço como método de aprendizado, tanto no meio acadêmico quanto no mercado corporativo. Segundo o mais recente levantamento da Associação Brasileira de Ensino a Distância (Abed), com dados de 2016, existem cerca de 1,3 milhão de alunos em cursos EAD corporativos, dos mais de 5 milhões de matriculados em cursos a distância em todo o Brasil. O EAD vem sendo cada vez mais adotado pelas empresas e é protagonista na realidade atual da educação no Brasil.

Para o Ministério da Educação e Cultura (MEC), os cursos EAD contribuem expressivamente no atendimento à demanda por educação e pode ser um fator importante para a democratização do saber. Se por um lado estudar a distância exige muito comprometimento, dedicação e disciplina, também oferece flexibilidade, mobilidade e possibilidade de ajuste da rotina conforme as prioridades do aluno e da empresa.

 O EAD e o varejo

A importância da EAD é ainda maior em setores com grande rotatividade de pessoal e grande presença geográfica, como é o caso do varejo. Com longas jornadas de trabalho e escalas no fim de semana, o setor é o de maior rotatividade no Brasil: em uma escala de zero a 10, a média nacional de movimento de mão de obra é de 3,79, mas no varejo fica em 6,17. Isso faz com que seja preciso aumentar a intensidade dos treinamentos para capacitar os novos profissionais e melhorar a experiência do cliente nas lojas. Nas redes varejistas, presentes em diferentes pontos das cidades e mesmo em cidades ou Estados diferentes, levar treinamentos para toda a equipe é muito caro.

O ensino a distância é, cada vez mais, uma alternativa mais interessante para o varejo, que precisa reduzir custos, aumentar a frequência dos treinamentos e atender melhor a clientes cada vez mais exigentes.

Principais benefícios do EAD para as empresas

– treinamentos disponíveis a qualquer momento: a disponibilidade dos cursos especialmente no mobile facilita o processo de aprendizagem, já que os treinamentos podem ser adequados às rotinas de cada equipe ou colaborador e ele pode fazer onde e quando quiser;

– velocidade: o profissional pode evoluir no EAD de acordo com seu ritmo de aprendizagem, acessando o conteúdo segundo sua necessidade. Com isso, é muito comum que os conhecimentos adquiridos sejam rapidamente aplicados no dia a dia da empresa, estimulando as equipes a aprender ainda mais;

– engajamento: especialmente para as novas gerações (e o varejo é o primeiro emprego para a maioria dos profissionais no Brasil), o EAD é um caminho natural. Para pessoas jovens e que cresceram conectadas ao ambiente online, a absorção do conteúdo disponível em cursos a distância é muito natural e, com isso, o resultado dos treinamentos é mais efetivo;

– multiplicidade de recursos: em cursos EAD, o conteúdo pode ser transmitido de várias formas: videoaulas, webinars, ebooks, infográficos, jogos educacionais. Esses recursos podem ser customizados, adaptando melhor o conteúdo a cada público e aos objetivos da empresa;

– redução de custos: com o uso de uma plataforma EAD, a empresa não precisa investir em salas físicas, alimentação, deslocamento das equipes, organização da escala dos profissionais para que as lojas continuem com pessoal de atendimento. Em vez disso, os alunos acessam o conteúdo a partir de seus computadores ou celulares. O maior investimento passa a estar no desenvolvimento do conteúdo e não na logística. E o foco da empresa passa a estar em ações para a melhoria do desempenho do negócio.

Treinamentos a distância são uma escolha eficiente, que melhora a qualidade das equipes e reduz os custos dos treinamentos. O retorno do investimento vem rapidamente, considerando o aumento da performance das equipes. E o conteúdo de treinamentos realizados hoje pode ser reaproveitado ou adaptado no futuro, criando uma base de conhecimento valiosa para a criação de negócios prósperos.

A Évolus Educação Digital, com seu time de experts em varejo e EAD, está preparada para ajudar sua empresa a criar cursos online de qualidade, com tecnologia de ponta e a preços muito competitivos. É só nos procurar!

Gestão de equipes de venda: 5 erros que não devem ser cometidos

A correta gestão da equipe de venda é um importante passo para otimizar os resultados de toda a loja, contribuindo para aumentar as vendas, aprimorar o atendimento aos clientes, reduzir desperdícios e fortalecer a marca.

Para isso é importante evitar alguns erros, que vão desde a falta de clareza no diálogo interno até a criação de metas ineficientes. Pensando nisso, criamos este post com 5 erros para não cometer. Confira!

1. Definir metas pouco eficientes

As metas são uma importante ferramenta para alinhar e motivar a equipe de venda, mas quando desenvolvidas do jeito errado, não têm o efeito desejado. Na realidade, muitas vezes, podem até ter um efeito contrário.

Metas de sucesso devem conter 5 principais características: devem ser claras, mensuráveis, alcançáveis, relevantes e com tempo bem definido. Se você levar esses pontos em consideração, conseguirá definir uma meta realmente inteligente.

2. Não investir na comunicação interna

Segundo Peter Drucker, mais de 60% dos problemas de uma empresa existem por falta de comunicação. Esse número é bastante elevado, mas pode ser facilmente corrigido: basta incentivar o diálogo dentro da empresa.

Ferramentas como e-mail corporativo, intranet, mural de recados, caixa de sugestões e muitas outras podem contribuir para eliminar essa falha. Além disso, é importante incentivar toda a liderança da empresa nesse mesmo sentido.

3. Criar equipes sem autonomia

A falta de autonomia pode ser um grande problema, afinal, ninguém quer ficar sempre dependendo de ordens para atuar. Quando isso acontece com a equipe de venda, ela fica desmotivada, menos criativa e apática.

Então é importante delegar aos vendedores tarefas relevantes e desafiadoras, como visitar os clientes mais importantes e participar ativamente do processo de aquisição de estoque. Essas pequenas ações podem melhorar a sinergia e engajar os funcionários.

4. Não ter as ferramentas adequadas

A falta de ferramentas prejudica o trabalho dos vendedores, tornando-o muito mais demorado que o necessário. Então é importante que toda a equipe esteja munida das ferramentas certas, especialmente de sistemas modernos e eficientes.

Um bom sistema pode dar celeridade às vendas e aumentar o desempenho dos vendedores, além de oferecer acesso remoto, controle de estoque e relatórios que podem ser usados nas reuniões de trabalho. Então invista nas melhores ferramentas.

5. Deixar de recompensar pelos resultados

A falta de um bom sistema de meritocracia, em que cada vendedor é recompensado pelos resultados, é outro erro que deve ser evitado. Não adianta apenas definir e cobrar metas, você deve recompensar todo trabalho bem-sucedido.

Muitos gestores deixam de fazer isso pensando no alto custo, mas a realidade é que existem muitas recompensas simples e eficientes. Por exemplo: você pode oferecer um dia de folga remunerada, uma premiação em bem ou um jantar para quem se destacar.

Todas esses erros que citamos devem ser eliminados, aumentando assim o nível de engajamento e comprometimento de todo o time.

Fonte: Sistema Hiper

Lojas Americanas abre vagas de emprego no Rio de Janeiro

Empresa oferece mais de 600 vagas temporárias e efetivas no Rio de Janeiro e Niterói

A rede Lojas Americanas seleciona funcionários para 650 vagas de emprego efetivo e temporário no Rio de Janeiro e Niterói, na Região Metropolitana.

São 600 chances para o cargo de auxiliar de loja e 50 para auxiliar de prevenção de perdas. É necessário ter enino médio completo e disponibilidade de horário. Não é exigida experiência.

Segundo a loja, são considerados pontos como facilidade em lidar com o público, dinamismo, simpatia, pró-atividade, boa comunicação. Os candidatos precisam ter idade igual ou acima de 18 anos para o cargo de auxiliar de loja, já para auxiliar de prevenção de perdas, a idade mínima é de 26 anos.

O processo seletivo será composto por entrevista pessoal e provas de matemática e língua portuguesa. É necessário que os candidatos levem carteira de trabalho, RG, CPF, título de eleitor, comprovante de residência, uma foto 3×4, declaração escolar, certificado de reservista e caneta para as provas.

O cadastro é realizado, até o dia 31 de março, de segunda a sexta, das 9h às 15h e aos sábados, somente às 9h, nos seguintes locais de atendimento: Centro do Rio de Janeiro (Rua do Passeio 56, na Cinelândia), Centro de Niterói (Rua Visconde de Uruguai 503) e Campo Grande (Rua Coronel Agostinho 112).

Benefícios

A Lojas Americanas oferece benefícios como vale-transporte, vale-refeição, plano de saúde e odontológico, descontos em faculdades e cursos de idiomas, além de plano de carreira.

Fonte: Jornal Extra

Foto: Divulgação – Pátio Divinópolis

P&G anuncia centro de inovação no Brasil

Localizado na região de Campinas, o centro de pesquisa deve desenvolver novos produtos, embalagens e processos produtivos sustentáveis

A P&G está investindo em seu desenvolvimento no Brasil e anunciou um centro de inovação no País, que será instalado na região de Campinas (SP). O centro se dedicará à pesquisa e desenvolvimento para toda a América Latina, nas áreas de cuidados com bebês, beleza, casa e higiene, femininos e orais. O objetivo é desenvolver produtos, embalagens e processos produtivos cada vez mais sustentáveis. O núcleo se dedicará também a pesquisas com consumidores, que terão desde focus groups até sessões de realidade virtual. O Centro de Inovação P&G no Brasil completa a lista de 17 centros  da marca espalhados pelo mundo.

A companhia está investindo cerca de R$ 150 milhões (US$ 50 milhões) para montar as instalações, viabilizar as operações e contratar mão-de-obra especializada. O centro exigirá aproximadamente 120 funções técnicas especializadas e contará ainda com programa de estágio para universitários . Inicialmente, o espaço ficará no antigo prédio administrativo da unidade de Louveira, ampliada em 2015.

A P&G trará tecnologias de ponta e equipamentos desenvolvidos exclusivamente para a companhia, que simulam condições climáticas e até mini linhas de produção, para testar a viabilidade de um novo produto e desenvolver protótipos.

A Investe São Paulo, agência de promoção de investimentos ligada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Governo do Estado de São Paulo, participou do desenvolvimento do centro de inovação, ajudando a P&G a conhecer melhor a estrutura de pesquisa no estado de São Paulo.

Fonte: Meio&Mensagem

Foto: Divulgação